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“Para mim, o Bahia é o favorito no clássico”, diz o presidente do Vitória

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Sob o risco de rebaixamento para a segunda divisão do campeonato Brasileiro e após demitir o treinador Paulo Cézar Carpegiani nesta terça-feira (6), o presidente do Vitória concedeu entrevista coletiva e praticamente jogou a toalha sobre as chances de triunfo sobre o Bahia no clássico do próximo domingo (11).

A seis rodadas do fim do campeonato, o Leão tem 34 pontos e é o 17º colocado na tabela.

“Para mim Bahia o Bahia é o favorito no clássico. Futebol é simples”, admitiu.

“Eu não tenho dúvida. O Bahia é o favorito sim. Eu acho que sim. Tem a melhor campanha, futebol é muito simples. Futebol quem apresenta melhores resultados se torna o favorito. Então, eu acho que o Bahia é sim o favorito. Mas vai encontrar um adversário com muita vontade de reverter isso. Vocês não tenham dúvida”, continuou.

Na entrevista coletiva o mandatário anunciou que todos os jogos na reta final do Brasileirão terão a carga máxima do Barradão vendida ao preço de R$ 10.

“Logo mais a comunicação deve estar saindo com isso nas próximas horas. Não só para esse BaVi, mas para todos os jogos do Vitória, o jogo contra o Atlético do Paraná, e o jogo contra o Grêmio, nós trabalharemos com carga máxima a R$ 10. Nós precisamos do nosso torcedor. O sócio bronze também terá acesso gratuito ao jogo”.

Ele também se mostrou insatisfeito com a escolha de Luiz Flávio de Oliveira para apitar o clássico.

“Aquele primeiro jogo decisivo do Campeonato Baiano, os erros brutais, pênalti que não foi, um gol de impedimento, uma expulsão do goleiro que não foi… Então manifestamos por se tratar de um BaVi no mesmo ano, não haveria necessidade. A CBF dispõe de um quadro de árbitros muito competente e mostramos à CBF a nossa insatisfação quanto a indicação do senhor Luiz Flávio para apitar esse jogo. Esperamos que ele tenha um bom trabalho”, afirmou.

Ricardo também foi questionado se o clube tomaria alguma atitude por conta da expulsão do atacante Rhayner, às vésperas de um clássico, por reclamação, mesmo estando no banco.

“Assim que saiu a liberação da súmula, eu próprio chamei o Rhayner, nós estávamos no aeroporto, e eu próprio disse e ele: ‘Olha o que está aqui. Foi isso que você fez?’. Ele disse: ‘Presidente, não foi. Eu reclamei, disse que a bola tinha batido na mão, que eles estavam errados e tudo mais e não foi isso que eu falei”. É a palavra de um contra a palavra de outro. Nós não ouvimos, não teve nenhuma testemunha do que realmente aconteceu. O árbitro relatou isso, enfim. Vai ficar a palavra dele contra a palavra do árbitro”.

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