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Patinetes elétricos não têm previsão de chegada em Salvador; empresas alegam falta de estrutura

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Os serviços de compartilhamento de patinetes elétricos estão se popularizando no Brasil, cidades como Curitiba e São Paulo já utilizam esse meio como alternativa de transporte, facilitando a rotina de quem escolheu a modalidade como opção.

Com a proposta de ser ágil, o novo meio de transporte ocupa pouco espaço, tem simples manuseio e tem um custo benefício baixo, custa em torno de R$ 1 a cada 15 minutos de uso. No entanto, apesar de chegar nas cidades visando a melhoria da mobilidade, o aparelho ainda não está em todo o Brasil.

Salvador, por exemplo, é uma das cidades que ainda não recebeu o modal. E se depender das empresas que já atuam como startups de mobilidade e são responsáveis pelo aluguel, os patinetes elétricos não vão chegar tão cedo na capital baiana.

Em contato com o Varela Notícias, a Grin informou que há estudos de ampliação em outras cidades brasileiras. De acordo com a empresa, existe uma política para a expansão que precisa ser cumprida, no entanto, Salvador ainda não preenche os pré-requisitos.

“A nossa empresa leva em conta uma série de aspectos, como a demanda de pessoas que precisam percorrer curtas distâncias ao longo do dia, topografia favorável, estrutura de ciclovias e ciclofaixas, regulamentação e segurança, entre outras. Portanto, ainda não há definição para nossa atuação em Salvador”, declarou Grin.

Também procurada, a empresa Scoo afirmou que a expansão não foi realizada por questões estratégicas do negócio.

Conforme a Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob), ainda não há previsão de mudanças para a implementação do novo meio de transporte em Salvador. Contudo, estudos estão sendo realizados pela secretaria em parceria com Superintendência de Trânsito (Transalvador) em cidades onde já foi regulamentado o compartilhamento dos patinetes elétricos e instituir o texto para que o mesmo procedimento seja adotado na capital baiana.

“As regras para esses veículos, de acordo com o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), aparecem na parte dos “equipamentos de mobilidade autopropelidos” (com algum tipo de motorização e com as dimensões de largura e comprimento iguais ou inferiores às de uma cadeira de rodas), junto com monociclos e triciclos”, explicou a Semob.

Outra alternativa

Na capital baiana existe como outra alternativa de meio de transporte o sistema ‘Bike Salvador’, serviço de compartilhamento de bicicletas, patrocinado pelo Banco Itaú. Com ele, os soteropolitanos podem utilizar o meio de transporte pagando uma taxa mínima de R$ 8.

Para alugar uma bicicleta pelo modelo é necessário ter um Plano Ativo no cadastro. Os valores custam R$ 8 plano diário, R$ 10 o plano mensal e R$ 100 o plano anual. As viagens são de 45 minutos (de segunda a sexta) ou 90 minutos (final de semana e feriados), enquanto o plano estiver ativo. Se usuário quiser pedalar por mais tempo, será cobrado um valor adicional de R$ 3 por intervalo e R$ 5 para cada intervalo de 45 min subsequente.

O plano diário pode ser adquirido nas próprias estações com Auto Atendimento, utilizando o cartão de crédito e seguindo as instruções da tela.

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